Aaron Swartz, criador do RSS suicida-se

A vida é feita de altos e baixos! Segundo informações veiculadas em vários sites internacionais e já confirmadas recentemente pelo tio e advogado do próprio Aaron Swartz, este ter-se-á suicidado no passado dia 11 de Janeiro em Nova Iorque, no seu apartamento.

Nascido em 1986, Swartz foi co-autor da primeira especificação do RSS quando tinha apenas 14 anos e foi co-fundador do site Reddit (site de notícias baseado na partilha social). Era um defensor da liberdade de expressão e circulação da informação na Internet e aguardava julgamento por ter sido acusado de ter roubado cerca de 5 milhões de documentos de uma plataforma na Internet intitulada JSTOR.

Swartz, através de alguns artigos publicados, já vinha a dar sinais de depressão e de saúde. Aluno da Universidade de Standford, membro do Centro Experimental de Ética da Universidade de Harvard, ficou conhecido após ter sido acusado, em Julho de 2011, de ter invadido os servidores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e de ter roubado cerca de 5 milhões de artigos de teor científico e literário.Sabe-se que a pena poderia chegar aos 35 anos de prisão.

Considerado um génio pela comunidade hacker, Swartz foi também um dos fundadores do Demand Progress, um grupo de defensores da liberdade de expressão na Internet, criado com o objectivo de obter mudanças progressivas nas políticas. De referir que este grupo destacou-se aquando dos protestos contra o projecto de lei SOPA (Stop Online Piracy Act). Swartz morre aos 26 anos…e certamente que este “pequeno” prodígio da Informática teria ainda muito para dar ao mundo da computação/tecnologia.

Fonte: pplware

0 comentários:

 

Arquivo

LIKE BOX

Contador

Filosofia

Sempre a espancar desde 2006, Representamos o espírito inconformado da Velha Guarda de Vila Franca de Xira que permanece por gerações. Somos Independentes e Regionalistas, Somos o eco dos tempos de glória, Somos a tua voz
“Se há característica irritante em boa parte do povo português é a sua constante necessidade de denegrir e menosprezar o que é feito dentro de portas. Somos uma nação convicta de que nada de bom pode sair da imaginação do português comum e que apenas o que nos chega do exterior é válido e interessante.”