google.com, pub-5297207495539601, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Vila Espanca: Carlos Augustus no DI Box

Carlos Augustus no DI Box

Carlos Augustus é um guitarrista e compositor baseado em Washington, DC
aonde colabora com os Thievery Corporation, Fort Knox Five e Thurnderball actuando
regularmente no Eighteen Street Lounge. Em Richmond, Virginia participa de performances
colectivas de 10 a 20 musicos de metal, funk, noise e free style jazz. Nos anos 90 fez parte da
cena avantegarde de Nova York aonde actuou com os Pixound (Laurie Anderson, David Byrne) nos palcos do Kitchen e do Knitting Factory. No Rio de Janeiro e Salvador participou de projectos de musica incidental para teatro. Sua formação musical começou pelos liceus de Luanda, Vila Nova de Gaia, Vila Franca de Xira e São Paulo. Na Universidade de Massachusetts estudou composição musical com o maestro Robert T. Adams e improvisação de jazz com o saxofonista Bobby Green.


Pelo seus grupos já passaram E. Doc Smith (Madona, Brian Eno), Arthur Maia (Gilberto Gil, Ivan
Lins), Marcio Bahia (Hermeto Pascoal), Nicoleta Stephanz (Gong, Soft Machine), Gordon Jones
(Corey Harris, Dave Matthews), Jesse Bastos (Johnny A) e Thomaz de Castro (Anouska Shankar) entre outros.

Carlos Augustus foi também o produtor do CD 'O Espinho da Rosa - Música Espanca Volume I' editado o ano passado pelo Vila Espanca Blog.

No dia 8 de Maio estará a solo com o seu projecto mais recente Levitation Groove no DI-Box em
Arruda dos Vinhos abrindo para o Messias e os Hot Tones. O DI-Box fez Abril passado o primeiro aniversário e é considerado por muitos como um dos melhores "Concert Hall" do país."

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Sempre a espancar desde 2006, Representamos o espírito inconformado da Velha Guarda de Vila Franca de Xira que permanece por gerações. Somos Independentes e Regionalistas, Somos o eco dos tempos de glória, Somos a tua voz
“Se há característica irritante em boa parte do povo português é a sua constante necessidade de denegrir e menosprezar o que é feito dentro de portas. Somos uma nação convicta de que nada de bom pode sair da imaginação do português comum e que apenas o que nos chega do exterior é válido e interessante.”