Protecção Civil sensibiliza para adopção de medidas de prevenção

O Serviço Municipal de Protecção Civil (SMPC) de Vila Franca de Xira distribuiu uma nota em que apela à população do concelho para que adopte medidas de prevenção de incêndios, frisando que até 15 de Outubro vigora um conjunto de medidas especiais que devem ser “devidamente observadas e cumpridas”.

O SMPC recomenda que não seja implementada qualquer acção que “implique a combustão” e que, ao mesmo tempo, sejam desenvolvidos trabalhos de limpeza de matos e outros comportamentos preventivos que contribuam para a diminuição de incêndios rurais ou florestais no concelho de Vila Franca de Xira”.

De acordo com a portaria n. 629/2010, de 17 de Maio, nos espaços rurais e florestais é proibido fumar ou fazer lume de qualquer tipo no interior das áreas florestais ou nas vias que as delimitam, realizar fogueiras para recreio, lançar foguetes ou balões de mecha acesa, queimar matos cortados e amontoados, queimar lixos e fazer queimadas. E, igualmente, proibido utilizar máquinas de combustão interna e externa quando não estejam equipadas com dispositivos de retençâTTca ou faúlhas e de tapa- chamas nos tubos de escape ou chaminés.

No mesmo período de 1 de Julho a 15 de Outubro, é obrigatório nos espaços rurais e florestais limpar o mato num raio mínimo de 50 metros à volta das habitações, estaleiros, armazéns, oficinas ou outras edificações; conservar os aceiros limpos de mato e providenciar a limpeza de uma faixa lateral de terreno confinante com pelo menos 10 metros em torno das vias rodoviárias e ferroviárias.

Fonte: Vida Ribatejana

0 comentários:

 

Arquivo

LIKE BOX

Contador

Filosofia

Sempre a espancar desde 2006, Representamos o espírito inconformado da Velha Guarda de Vila Franca de Xira que permanece por gerações. Somos Independentes e Regionalistas, Somos o eco dos tempos de glória, Somos a tua voz
“Se há característica irritante em boa parte do povo português é a sua constante necessidade de denegrir e menosprezar o que é feito dentro de portas. Somos uma nação convicta de que nada de bom pode sair da imaginação do português comum e que apenas o que nos chega do exterior é válido e interessante.”